Sou Irene Dias de Oliveira. Antes de atuar como terapeuta holística trabalhei como professora e pesquisadora universitária. Tenho formação acadêmica em Filosofia, Doutorado em Teologia, Pós Doutorado em Antropologia da Religião e tenho publicado artigos e livros sobre Religião e Violência, Etnicidade e Religião; Multiculturalismo e Religião; Saúde e Espiritualidade entre outros temas. Apesar de ter um excelente trabalho, uma excelente e reconhecida formação acadêmica, um bom salário, dois filhos maravilhosos e gostar do que fazia, sentia muita insegurança, medo, baixa autoestima e frustração. Após alguns anos de trabalho comecei a perceber que eu estava entrando num nível de estresse muito grande e vivendo ‘em modo de sobrevivência’. Tinha impressão de estar sendo perseguida por um predador (sempre com medo de algo e insegura). Quanto mais vivia assim mais liberava hormônios do estresse e ficava em estado de alerta contínuo. Viver neste estado constantemente, dia após dia, tornou-se crônico e, com o tempo, a minha atenção estava focada para fora de mim, para o depois e nunca para dentro de mim ou para o ‘aqui e agora’. Depois de um tempo estava com um diagnóstico de fibromialgia que, segundo os médicos, se tratava de uma doença com a qual eu “deveria aprender a conviver uma vez que não há cura”. Eu ‘era’ só dor, dos fios dos cabelos até as plantas do pé. Dia, noite, semanas, meses, anos. No auge do meu desespero conheci a Unipaz Goiás e num wokshop fiquei conhecendo a Psicologia Transpessoal (centrada no corpo). Já tinha feito muitas terapias com outras abordagens que me ajudaram e me fortaleceram em determinados aspectos e momentos da minha vida, mas sempre tinha recaídas e sempre retornava à estaca zero. Com a Psicologia Transpessoal foi diferente. A perspectiva holística e o acolhimento amoroso e cuidadoso dos terapeutas me levaram a tocar o mais profundo da minha alma. Além de fazer terapia decidi fazer o curso de Psicologia Transpessoal com a duração de três anos. Durante o curso tive acesso a outras abordagens para a cura do corpo e da ‘alma’ como as terapias energéticas e imposição das mãos (práticas milenares) que me fascinaram pelos seus resultados rápidos e eficazes. Hoje além de terapeuta transpessoal sou também terapeuta energética. Decidi ajudar pessoas que como eu vivem com os diagnósticos definitivos: “não há cura para a fibromialgia”; “você precisa se adaptar a esta nova situação”; “vai ter que tomar estes remédios para sempre” etc… Por isto estou aqui para narrar minha experiência e com ela poder ajudar você a sair do fundo do poço e indicar o caminho para a sua transformação.